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E-commerce

Tráfego pago para e-commerce: ROAS misturado esconde a margem

Muita loja escala uma campanha com ROAS 4 vendendo justamente os produtos de pior margem e depois estranha o lucro não ter mudado. Feed e dado de margem resolvem isso, e são as duas coisas que quase ninguém trabalha.

14+Anos de Experiência
4Indústrias
3Continentes Atendidos
Em resumo

Os fatos, antes do texto

O que é
Tráfego pago para e-commerce
Quem entrega
Diego Willian Zietek, consultor independente (sem equipe de agência)
Plataformas
Google Shopping, Google Ads, Meta Ads
Para quem
Lojas com catálogo e margem que sustenta aquisição paga
Mercados
Brasil, atendimento remoto em português
Preço
Auditoria com preço fixo ou retainer mensal sem contrato longo, cotado na primeira conversa. Como funciona o preço
Prova
Caso HVAC e encanamento em Houston
Contato
Enviar mensagem ou agendar uma call
Atualizado em
O Problema

Onde e-commerce perde dinheiro sem perceber

Quase sempre no feed e no relatório, não no criativo.

O feed é a campanha

No Shopping e no Performance Max, a qualidade do feed decide para quais buscas você aparece, muito mais do que o lance. Título ruim e atributo faltando limitam o teto antes de qualquer otimização.

Margem é invisível para a plataforma

Enviando receita mas não margem, o lance persegue faturamento. Um SKU de alta receita e margem baixa parece campeão até você olhar o extrato.

Performance Max como caixa-preta

Sem estrutura e sem exclusão de marca, o PMax gasta boa parte da verba recomprando cliente que já voltaria sozinho, e reporta isso como receita nova.

Marca e não-marca somados

Busca de marca converte muito bem e converteria de qualquer forma. Misturada, ela infla o número geral e esconde se a aquisição está funcionando.

O Que Está Incluído

O que inclui um projeto de e-commerce

Feed e mensuração primeiro, escala depois.

Mensuração e rastreamento

Antes de escalar qualquer coisa, o dado precisa estar certo. GA4 e Tag Manager auditados e refeitos quando necessário, conversões deduplicadas, CAPI da Meta quando se aplica, e importação de conversão offline para o algoritmo otimizar por receita e não por preenchimento de formulário.

Auditoria e otimização de feed

Títulos, atributos, GTIN, disponibilidade e rótulos personalizados estruturados para o Shopping e o PMax te encontrarem nas buscas certas. Costuma ser o trabalho de maior retorno na conta.

Lance orientado a margem

Onde a sua plataforma permitir, margem ou lucratividade por produto devolvida como valor de conversão, para o lance perseguir lucro e não faturamento.

Landing pages de campanha

Tráfego pago morre em página ruim. Eu construo e itero as páginas para onde as campanhas apontam, então o caminho de conversão é um sistema só, em vez de dois fornecedores culpando um ao outro. Escopo fechado, ligado às campanhas, não é criação de site aberta.

Relatório que dá para ler

Um painel no Looker Studio ligado à sua conversão real, mais uma leitura escrita do que mudou e por quê. Sem planilha de 40 abas e sem 'as impressões subiram' como manchete.

Marca e não-marca sempre reportados separados. Se algum fornecedor te mostra um ROAS único e misturado, peça para separar.

ROAS e Nicho

Como otimizar o ROAS de um e-commerce de nicho

Loja de nicho não vence marketplace grande em preço nem em volume, e o ROAS do painel nem sempre é lucro. Eu trabalho as duas pontas: onde a loja disputa e quando a venda se paga de verdade.

ROAS de equilíbrio antes de ROAS bom

ROAS mede receita sobre investimento, e receita não é lucro. O número que decide é o ROAS de equilíbrio: 1 dividido pela margem, calculada depois de frete, embalagem, taxa do meio de pagamento e devolução. Abaixo dele, cada venda dá prejuízo e escalar só acelera a perda. Eu calculo esse número antes de chamar qualquer ROAS de bom, e ele vira a régua de cada campanha.

Loja de nicho longe da busca genérica

Disputar 'cafeteira' com marketplace grande é pagar o clique mais caro para aparecer ao lado de quem ganha em preço e frete. A loja de nicho leva a busca que o gigante trata no automático: termo técnico, código de referência, compatibilidade, 'moedor de café manual com mós de cerâmica'. Os genéricos entram como negativa ('barato', 'solúvel', 'promoção supermercado') e a verba fica com quem já sabe o que quer.

Feed escrito com a palavra do nicho

O título do produto leva o que o comprador especializado digita: material, medida, uso, compatibilidade. Quando um termo do nicho converte no relatório de termos de pesquisa, ele sobe para o começo do título. Em nicho técnico, entra também o MPN, o código do fabricante. E três erros tiram produto de busca ou do ar: categoria do Google errada, imagem com selo de promoção por cima e preço ou estoque do feed diferente do site.

Catálogo separado por margem e giro

Eu separo o catálogo em quatro grupos, com verba e meta próprias: margem alta com boa saída recebe verba agressiva, margem alta com saída lenta é testada à parte, margem baixa fica com teto rígido ou fora da mídia paga. O quarto é o produto de entrada, que traz cliente novo: ele pode vender abaixo do equilíbrio na primeira compra, desde que a recompra exista e esteja medida. Sem essa medida, é só prejuízo com boa história.

Escalar em degraus

Verba a mais não compra venda na mesma proporção: conforme a campanha sai do público mais fácil, o custo por venda sobe, até o ponto em que escalar deixa de pagar. Eu subo em degraus, porque salto grande devolve a campanha ao aprendizado, e confiro se estoque e entrega aguentam cada um. Se a impressão perdida é por classificação, não por orçamento, mais verba não resolve: antes de subir lance, eu olho feed e página.

Quando o ROAS cai, olhar fora da conta primeiro

O reflexo é mexer em lance e criativo. Antes disso, eu confiro quatro coisas fora da conta. A página de produto no celular, medida no 4G e não no wi-fi do escritório. Frete e prazo, que derrubam a compra quando só aparecem no checkout. Produto esgotado com anúncio ativo. E o rastreamento: queda súbita de conversão costuma ser tag quebrada depois de mudança no site, então o painel é conferido contra o sistema da loja.

Prova

O que eu já rodei de fato

Prefiro mostrar a mistura real a inventar case: uma conta com número que posso publicar, um trabalho com dados confidenciais e um cargo longo em que posso falar de escopo, mas não de percentual.

Empresa de HVAC e encanamento, Houston, EUA

Freelance · mai/2025 a fev/2026

Google Ads e Performance Max em um dos mercados locais mais disputados dos Estados Unidos, com clique caro, escolha de ZIP codes e sazonalidade. Os dados de desempenho são confidenciais por contrato, então o caso mostra o trabalho e os aprendizados, sem números. Ler o caso.

Trutek, peças para suspensão de caminhões, Brasil

Google Ads · desde 2020
~260Conversões de contato
4,56%Taxa de conversão

Histórico acumulado da conta desde 2020: 5.707 cliques e R$ 63,61 por conversão. As conversões são ações de contato registradas no Google Ads, não vendas. Também criei a identidade visual e o site. Ler o caso.

Saúde

Cinco anos no setor

Já trabalhei com mídia paga na área da saúde. Nada desse trabalho é publicado neste site: sem nome de empregador, sem orçamento, sem resultado, sem detalhe interno. Consta aqui apenas porque é de onde vem boa parte da minha experiência em saúde.

Como Funciona

Como funciona

1

Auditoria

Passo pela conta, pelo rastreamento e pelo caminho de conversão e te digo o que está realmente quebrado. Você recebe o diagnóstico trabalhando comigo ou não.

2

Corrigir a base

Rastreamento, conversões e estrutura são arrumados primeiro. Otimizar em cima de dado errado só deixa você confiantemente errado.

3

Construir

Campanhas, textos, públicos e landing pages montados em torno de como o seu comprador busca de verdade.

4

Iterar

Otimização semanal contra a métrica que importa para o seu negócio, com leitura mensal escrita do que mudou e do que vem a seguir.

Aprofundar

Guias relacionados

Conteúdo longo sobre este tema, no blog.

Para Quem É

Para quem este serviço faz sentido

Lojas com catálogo, margem que sustenta aquisição paga e feed de produtos que dá para corrigir.

  • Marcas que querem lucro por pedido, não só ROAS.
  • Times que já rodam Shopping e Performance Max sem saber o que as campanhas estão fazendo.

Não é para: Loja sem feed de produtos ou com verba pequena demais para ler resultado em um mês.

Perguntas Frequentes

Perguntas de e-commerce

Funciona com Shopify, Nuvemshop, VTEX?

Sim. O que importa menos é a plataforma e mais se ela exporta dado em nível de produto e aceita rastreamento decente. Shopify e Nuvemshop são diretas, VTEX costuma exigir mais trabalho inicial.

Vale rodar Performance Max?

Geralmente sim, mas com estrutura: exclusão de marca, grupos de recursos organizados e segmentação por produto. PMax como campanha única costuma levar crédito por demanda que já era sua.

Dá para enviar margem para o lance?

Se você conseguir exportar margem por produto, dá. É uma das mudanças de maior impacto disponíveis e pouquíssimas lojas no Brasil fazem.

Qual investimento mínimo?

Economia de e-commerce costuma precisar de algo a partir de R$ 15 a 20 mil por mês para o dado sustentar decisão confiante. Abaixo disso, correção de feed e rastreamento ainda ajudam muito, mas gestão contínua fica difícil de justificar.

Qual ROAS é bom para e-commerce?

Depende da sua margem, não de uma média de mercado. O ROAS de equilíbrio é 1 dividido pela margem que sobra depois de frete, embalagem, taxa do meio de pagamento e devolução. Acima dele a venda se paga, abaixo dá prejuízo. Por isso o mesmo ROAS 4 que sustenta uma loja pode afundar outra, e comparar o seu número com o de outra loja diz pouco.

Por que o ROAS da loja caiu de repente?

Nem sempre é a campanha. Queda súbita de conversão costuma ser tag quebrada depois de alguma mudança no site, então o primeiro passo é conferir o painel contra o sistema da loja. Depois, produto esgotado com anúncio ativo, frete e prazo que só aparecem no checkout e a velocidade da página de produto no celular. Só depois de descartar esses quatro faz sentido mexer em lance ou criativo.

Como uma loja de nicho compete com marketplace no Google Ads?

Não disputando a busca genérica, onde o marketplace ganha em preço, frete e volume. A loja de nicho concentra verba na busca específica: termo técnico, código de referência, compatibilidade, o nome que o entusiasta usa. O feed leva esses termos no título, os genéricos entram como negativa e a página responde à dúvida técnica que o anúncio do gigante não responde. Menos cliques, mas de quem já sabe o que quer.

Como montar o título do produto no Google Shopping?

Com o que o comprador digita, na ordem de peso: marca e tipo de produto, o atributo que decide a compra (material, medida, tecnologia) e depois variação como cor e tamanho, quando fizer sentido. 'Mochila impermeável para trekking com suporte lombar' aparece para quem procura exatamente isso, enquanto 'Mochila' disputa com o catálogo inteiro do marketplace. Nome interno do produto não entra, e o começo do título pesa mais que o fim.

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