Uma avaliação e um caso de implante múltiplo custam quase o mesmo para adquirir no Google e valem valores incomparáveis. Clínica que não separa isso enche a agenda com o atendimento que menos paga a hora da cadeira.
Quanto custa um clique na odontologia hoje. Custo por clique mediano no Google Ads no Brasil, da edição de outubro de 2026 do Índice de Custo por Clique da Diwizi, coletado em 17 de outubro de 2026, em dólar como a fonte reporta e em reais pela PTAX de venda de 16 de outubro de 2026.
| Termo de busca | CPC em reais | CPC em dólar | Buscas por mês |
|---|---|---|---|
| aparelho ortodôntico | R$ 8,23 | US$ 1,62 | 40.500 |
| dentista 24 horas | R$ 7,98 | US$ 1,57 | 14.800 |
| lentes de contato dental | R$ 6,00 | US$ 1,18 | 8.100 |
| dentista | R$ 4,88 | US$ 0,96 | 246.000 |
Mediana do grupo Odontologia, R$ 6,00 (US$ 1,18) em 5 termos. Implante dentário veio sem dado na fonte, como boa parte dos termos de saúde no Brasil. Livre para citar com crédito ao índice.
Quase sempre no que está sendo contado como vitória.
Converte muito e fecha pouco. O algoritmo aprende a trazer quem quer avaliação grátis, que não é necessariamente quem vai fechar tratamento.
Tratamentos com ticket de dezenas de milhares disputando verba com procedimento de rotina, sob o mesmo objetivo. O resultado tende para o mais barato.
Paciente dirige bem mais longe por implante do que por limpeza. Um raio só é curto demais para o caso valioso ou largo demais para o corriqueiro.
No Brasil a marcação acontece majoritariamente por WhatsApp. Sem isso rastreado, boa parte da conversão real é invisível para a conta.
Estruturado por valor de tratamento.
Antes de escalar qualquer coisa, o dado precisa estar certo. GA4 e Tag Manager auditados e refeitos quando necessário, conversões deduplicadas, CAPI da Meta quando se aplica, e importação de conversão offline para o algoritmo otimizar por receita e não por preenchimento de formulário.
Implante, ortodontia, harmonização e estética separados de rotina, com valores atribuídos, para o lance perseguir o caso que sustenta a clínica.
Ligado à palavra-chave que originou o contato, porque é ali que a marcação realmente acontece.
Tráfego pago morre em página ruim. Eu construo e itero as páginas para onde as campanhas apontam, então o caminho de conversão é um sistema só, em vez de dois fornecedores culpando um ao outro. Escopo fechado, ligado às campanhas, não é criação de site aberta.
Um painel no Looker Studio ligado à sua conversão real, mais uma leitura escrita do que mudou e por quê. Sem planilha de 40 abas e sem 'as impressões subiram' como manchete.
Publicidade odontológica segue normas do CFO, que restringem divulgação de preço, promessa de resultado e uso de imagens de antes e depois. A validação técnica fica com o responsável clínico.
Alguns trabalhos têm número público verificável. Minha experiência em saúde vem de um cargo com vínculo de emprego, então nada dele aparece aqui, e isso é escolha e não pudor. Prefiro te mostrar a mistura real a inventar case.
Já trabalhei com mídia paga na área da saúde. Nada desse trabalho é publicado neste site: sem nome de empregador, sem orçamento, sem resultado, sem detalhe interno. Consta aqui apenas porque é de onde vem boa parte da minha experiência em saúde.
Passo pela conta, pelo rastreamento e pelo caminho de conversão e te digo o que está realmente quebrado. Você recebe o diagnóstico trabalhando comigo ou não.
Rastreamento, conversões e estrutura são arrumados primeiro. Otimizar em cima de dado errado só deixa você confiantemente errado.
Campanhas, textos, públicos e landing pages montados em torno de como o seu comprador busca de verdade.
Otimização semanal contra a métrica que importa para o seu negócio, com leitura mensal escrita do que mudou e do que vem a seguir.
Conteúdo longo sobre este tema.
Não é o mesmo projeto de mídia paga para clínica geral ou para negócio local comum.
Mídia paga para dentista lida com dois tipos de busca muito diferentes na mesma conta: quem procura "dentista perto de mim" para uma dor ou uma limpeza, e quem procura "implante dentário" ou "clareamento" já decidido a investir num tratamento de ticket alto. Misturar os dois numa única campanha faz o algoritmo otimizar para o volume barato e sufocar o caso que realmente sustenta a clínica.
O outro ponto que costuma passar despercebido é o CFO: publicidade odontológica tem restrição real sobre preço, promessa de resultado e imagem de antes e depois, então mídia paga para dentista exige um criativo que converta sem depender desses recursos.
Separar implante de rotina decide para onde vai o lance. O resto do caminho até o tratamento fechado depende do papel de cada canal, das buscas que ficam de fora, do que o anúncio e a página respondem antes da consulta e de um funil medido etapa por etapa.
No Google, o trabalho é estar na frente de quem já procura o tratamento, com extensão de local mostrando que a clínica é perto e extensão de chamada levando direto à ligação. No Instagram e no Facebook o papel é outro: despertar interesse e educar quem ainda não conhece o tratamento, com o anúncio levando para uma página específica ou para o WhatsApp, para o interesse não se perder no feed. Cada canal é medido pelo que faz, com retorno separado no relatório.
"Grátis", "pelo SUS", "concurso", "curso" e "barato" entram como negativas desde a montagem. Quem digita esses termos está atrás de atendimento gratuito, de concurso público, de curso ou do menor preço da cidade, e nenhum desses perfis costuma fechar implante, reabilitação ou lente de contato dental. Cada clique desses é verba que sai do caso que sustenta a clínica.
No Instagram, o criativo de odontologia que eu monto é educativo: carrosséis sobre o que acontece em cada etapa do implante, a diferença entre resina e porcelana ou como a ortodontia invisível cabe na rotina de trabalho, e vídeos curtos do caminho da recepção até a cadeira, com o dentista explicando o processo. Ele fala com quem ainda está decidindo, e tudo passa pelo responsável técnico antes de ir ao ar.
Medo de dor, tempo de tratamento e durabilidade do material são as dúvidas que seguram o fechamento. Eu levo essas respostas para o anúncio e para uma seção própria da landing page, o que também filtra quem só estava curioso. Para tratamento complexo, um formulário curto, com poucas perguntas sobre o momento do paciente, deixa a recepção ligar sabendo com quem vai falar.
Todo mês eu olho o funil inteiro, e não só o custo por lead: quantos contatos têm perfil para o tratamento foco, quantos agendam, quantos comparecem e quantos fecham o plano de tratamento na consulta. É isso que mostra onde o paciente se perde. Lead bom com agendamento baixo é problema de recepção, não de mídia, e a mesma leitura diz se é hora de aumentar verba ou de ajustar o atendimento.
A avaliação ocupa cadeira e tempo de equipe. Campanha de ortodontia que enche a agenda de avaliação e não fecha tratamento parece cheia no relatório e dá prejuízo na cadeira.
O adulto que procura alinhador decide sozinho e compara valor. O pai ou a mãe que procura aparelho para o filho decide por confiança e por horário. O mesmo anúncio e a mesma página não servem aos dois.
Invisalign tem 74 mil buscas por mês no Brasil e alinhador invisível tem 9,9 mil. Boa parte é pesquisa, e a concorrência inclui redes e marcas de alinhador com verba nacional. Essas buscas ficam com uma fatia pequena da verba, restrita à região da clínica, depois que as buscas locais estão cobertas. O nome do alinhador é marca registrada, o que pode limitar o texto do anúncio.
Eu acompanho três números por campanha. São as avaliações marcadas, o comparecimento e os tratamentos iniciados. A decisão de verba sai do custo por tratamento iniciado, não do custo por avaliação.
Quem compara aparelho quer saber quanto vai pagar. O CFO restringe divulgação de preço, então a página explica as etapas do tratamento, o que define o valor e como é a primeira consulta. O valor fica para a avaliação.
Não tenho caso publicado em ortodontia. O método é o mesmo desta página, aplicado a avaliações e tratamentos iniciados.
Volume de busca, dados do Google Ads para o Brasil via DataForSEO, lidos em 13 de outubro de 2026.
Boa parte de quem busca implante ainda está pesquisando valor. A conta precisa separar quem pesquisa de quem está pronto, e provar o resultado em tratamento fechado.
Um dente e uma arcada inteira são pacientes diferentes, com orçamentos e conversas diferentes. Prótese protocolo tem busca própria, 14,8 mil por mês no Brasil, e ganha campanha, lance e página próprios.
As buscas com preço, valor e quanto custa costumam vir de quem ainda está longe de decidir. Elas ganham campanha própria com lance menor, para informar sem consumir a verba de quem já quer marcar.
O contato de implante que espera um dia pode já estar conversando com outra clínica. Mídia paga não conserta retorno lento, mas mede. O tempo até o primeiro contato aparece ao lado do custo por contato.
Cada contato é marcado como alcançado, avaliado e fechado. Assim cada campanha carrega o custo por tratamento fechado, que é o número que paga a conta.
Não tenho caso publicado em implante. O método é o mesmo desta página, aplicado a avaliações e tratamentos fechados.
Volume de busca, dados do Google Ads para o Brasil via DataForSEO, lidos em 13 de outubro de 2026.
Clínicas que querem implante, ortodontia e estética, não só avaliação gratuita.
Não é para: Consultório que não atende o telefone durante o dia.
As normas do CFO restringem bastante o uso de imagens de antes e depois em publicidade. É um dos pontos de maior atrito e a decisão precisa passar pelo responsável técnico da clínica.
Sim, e normalmente é a primeira mudança que eu faço. Quem busca implante tem intenção e ticket distintos de quem busca dentista perto de mim, e merecem campanha, lance e página próprios.
Depende muito da praça. Em capitais competitivas, algo a partir de R$ 5 a 8 mil por mês costuma ser o ponto em que o dado começa a permitir decisão confiável.
Deveria, e na maioria das contas que eu audito não está configurado. Cliques para WhatsApp podem e devem ser rastreados até a palavra-chave de origem.
Vale quando existe capacidade real de atendimento sobrando e o mix de tratamentos comporta tratamento de ticket alto, como implante ou ortodontia. Consultório com agenda cheia só de rotina tende a ganhar mais corrigindo o mix de procedimentos do que aumentando o volume de mídia paga.
O cálculo básico é receita gerada menos investimento, dividido pelo investimento. A parte difícil é a receita: ela só aparece se a origem de cada paciente estiver registrada, no CRM ou numa planilha, senão o faturamento que começou num anúncio vai para a conta do boca a boca. E eu não olho só o primeiro tratamento: quem chega por implante pode voltar para manutenção, fazer outro tratamento ou indicar alguém da família.
Porque o público é outro. Quem procura implante ou reabilitação é mais qualificado e está num momento diferente da decisão do que quem procura limpeza, e isso encarece o contato. Olhado sozinho, o custo por lead assusta. O que decide se a conta se paga é o custo de cada tratamento fechado comparado ao ticket desse tratamento. Por isso eu não corto campanha de implante só porque o lead ficou mais caro que o da rotina.
Faço. A conta separa adulto, adolescente e criança, limita a verba da busca pela marca do alinhador e mede tratamento iniciado em vez de avaliação marcada. Não tenho caso publicado em ortodontia.
Com cuidado. É uma busca grande, com 74 mil pesquisas por mês no Brasil, disputada por redes e marcas com verba nacional. O nome é marca registrada, o que pode limitar o texto do anúncio. O caminho é reservar uma fatia pequena da verba, restrita à região da clínica, depois de cobrir as buscas locais.
Não. São pacientes, valores e conversas diferentes. Prótese protocolo tem busca própria e um ticket que justifica lance e página separados. Juntos, o lance vira uma média que não serve a nenhum dos dois.
Um formulário curto rende mais que uma call de descoberta longa. Me dá o básico e eu volto com uma leitura honesta de se consigo ajudar, normalmente em até um dia útil.
Prefere já marcar um horário? Agendar uma call.