Saúde é o setor que eu conheço mais de perto: já trabalhei com mídia paga na área da saúde, com todo o peso de compliance que um setor regulado carrega. As restrições do CFM não são obstáculo, são o enquadramento do trabalho.
Quanto custa um clique para clínicas hoje. Custo por clique mediano no Google Ads no Brasil, da edição de outubro de 2026 do Índice de Custo por Clique da Diwizi, coletado em 17 de outubro de 2026, em dólar como a fonte reporta e em reais pela PTAX de venda de 16 de outubro de 2026.
| Termo de busca | CPC em reais | CPC em dólar | Buscas por mês |
|---|---|---|---|
| cardiologista | R$ 5,18 | US$ 1,02 | 33.100 |
| check up médico | R$ 4,88 | US$ 0,96 | 3.600 |
| clínica médica | R$ 3,41 | US$ 0,67 | 14.800 |
Mediana do grupo Médicos e Clínicas, R$ 4,88 (US$ 0,96) em 3 termos. Dermatologista, ortopedista e ginecologista vieram sem dado na fonte, como boa parte dos termos de saúde no Brasil. Livre para citar com crédito ao índice.
O padrão se repete em quase toda conta de saúde que eu audito.
Uma consulta de rotina e um procedimento de alto ticket custam parecido para adquirir e valem valores completamente diferentes. Contados igual, o algoritmo persegue o mais barato de conseguir.
As normas do CFM restringem promessa de resultado, comparação e sensacionalismo. Isso limita o criativo preguiçoso, não a captação. Quem entende a regra consegue comunicar autoridade sem infringir.
Marcação de consulta acontece por telefone e WhatsApp. Sem rastrear isso até a palavra-chave, a conta está otimizando com metade da informação.
A clínica sabe quem compareceu e quem fechou tratamento. Se isso não retorna para a plataforma, o algoritmo continua otimizando por formulário preenchido.
Estruturado por valor de procedimento, não por contagem de agendamento.
Antes de escalar qualquer coisa, o dado precisa estar certo. GA4 e Tag Manager auditados e refeitos quando necessário, conversões deduplicadas, CAPI da Meta quando se aplica, e importação de conversão offline para o algoritmo otimizar por receita e não por preenchimento de formulário.
Procedimentos de alto valor separados de consulta de rotina, com valores atribuídos, para o lance perseguir os casos que sustentam a agenda.
Porque é onde a marcação acontece de verdade no Brasil, e ligação não rastreada faz a conta inteira parecer pior do que é.
Tráfego pago morre em página ruim. Eu construo e itero as páginas para onde as campanhas apontam, então o caminho de conversão é um sistema só, em vez de dois fornecedores culpando um ao outro. Escopo fechado, ligado às campanhas, não é criação de site aberta.
Um painel no Looker Studio ligado à sua conversão real, mais uma leitura escrita do que mudou e por quê. Sem planilha de 40 abas e sem 'as impressões subiram' como manchete.
Publicidade médica é regulada pelo CFM e pelos conselhos regionais. A validação da mensagem clínica fica com a sua equipe. Eu construo dentro das restrições que você definir.
Alguns trabalhos têm número público verificável. Minha experiência em saúde vem de um cargo com vínculo de emprego, então nada dele aparece aqui, e isso é escolha e não pudor. Prefiro te mostrar a mistura real a inventar case.
Já trabalhei com mídia paga na área da saúde. Nada desse trabalho é publicado neste site: sem nome de empregador, sem orçamento, sem resultado, sem detalhe interno. Consta aqui apenas porque é de onde vem boa parte da minha experiência em saúde.
Passo pela conta, pelo rastreamento e pelo caminho de conversão e te digo o que está realmente quebrado. Você recebe o diagnóstico trabalhando comigo ou não.
Rastreamento, conversões e estrutura são arrumados primeiro. Otimizar em cima de dado errado só deixa você confiantemente errado.
Campanhas, textos, públicos e landing pages montados em torno de como o seu comprador busca de verdade.
Otimização semanal contra a métrica que importa para o seu negócio, com leitura mensal escrita do que mudou e do que vem a seguir.
Conteúdo longo sobre este tema.
A pergunta certa não é se dá para anunciar, é se a clínica tem capacidade real de absorver o paciente novo.
Mídia paga para saúde só compensa quando três coisas existem ao mesmo tempo: agenda com espaço real, procedimento com margem que sustenta o custo de aquisição da região, e alguém disponível para responder rápido quem entra em contato. Sem isso, o investimento em mídia paga para clínica vira lead que não vira paciente, e a conta fecha no vermelho mesmo com clique barato.
O outro ponto que decide o resultado é separar intenção: quem busca "clínica perto de mim" quer atendimento rápido, quem busca por procedimento específico já está mais perto de decidir. Tratar as duas buscas com o mesmo anúncio e a mesma página é o erro mais comum que vejo em conta de saúde recém aberta.
Para quem quer entender, antes de contratar, o que a Resolução do CFM permite e proíbe e como cada plataforma trata anúncio de saúde, o guia sobre o que pode e o que não pode na mídia paga para a área da saúde cobre o tema de forma independente deste serviço.
Separar a busca por intenção é só o começo. O que decide para onde a verba vai no dia a dia é como a conta trata a busca de sintoma, o nome da própria clínica, os termos que nunca viram consulta e o dado de saúde que não pode chegar à plataforma de anúncio.
Quem digita "dor no joelho ao subir escada" está pesquisando. Quem digita "ortopedista joelho" e o nome do bairro está escolhendo onde ir. Por isso a busca de sintoma fica numa campanha própria, tratada como topo de funil: verba menor e conteúdo educativo sério sobre a condição, em vez de formulário de agendamento. O lance mais alto e a página específica ficam com a campanha de especialidade, onde a pessoa já quer marcar.
A busca pelo nome da clínica ou do médico fica numa campanha de marca, com orçamento próprio, e aparece separada no relatório. Muita conta de clínica compra o próprio nome e contabiliza isso como aquisição: quem já ia procurar a clínica de qualquer jeito entra no número como se fosse paciente trazido pela mídia. Separando marca de não marca, dá para ver o que as campanhas de especialidade estão trazendo de fato.
"Gratuito", "SUS", "concurso", "residência", "faculdade", "CRM consulta" e "salário" entram como negativas logo na montagem, junto com o nome dos convênios que a clínica não atende. Em conta de saúde sem manutenção, os últimos 90 dias do relatório de termos de pesquisa costumam mostrar busca por emprego, curso e SUS consumindo verba. Eu olho esse relatório antes de mexer em lance, porque é dinheiro indo para quem procura vaga ou curso, não consulta.
Dado de saúde é dado pessoal sensível pela LGPD, com regime mais rígido que dado comum. Na prática, nenhuma condição ou procedimento vai para a plataforma de anúncio em parâmetro de URL ou em evento de conversão: um evento chamado "lead_cirurgia_bariatrica" amarrado ao identificador do usuário é problema. A conversão que volta para o Google ou para a Meta diz quanto o agendamento vale, não o que a pessoa tem.
O formulário da landing page pede consentimento explícito e específico, com a finalidade declarada: a pessoa sabe para que aquele contato vai ser usado. Caixa pré-marcada não vale. Como é o mesmo formulário que gera a conversão enviada para a plataforma, eu confiro o consentimento junto com o rastreamento, na etapa de mensuração, e não depois que a campanha já está no ar.
Dermatologia junta três negócios na mesma agenda. Tem a consulta clínica, o procedimento estético e a cirurgia. Cada um tem ticket, urgência e regra de anúncio diferentes, e a conta precisa refletir isso.
Quem procura dermatologista por causa de acne ou de uma pinta que mudou quer consulta logo. Quem procura um procedimento estético compara, pesquisa valor e decide em semanas. Juntas, as duas buscas disputam a mesma verba e o algoritmo fica com a mais barata. Separadas, cada frente tem lance, anúncio e página próprios, e o relatório mostra quanto custou o paciente de cada uma.
Se a consulta clínica tem fila de dois meses e o laser tem horário sobrando, é para o laser que o investimento vai. Eu redistribuo a verba por profissional e por procedimento conforme a agenda abre e fecha, em vez de manter a mesma divisão o ano inteiro.
Tricologista tem 40,5 mil buscas por mês no Brasil, e quem digita isso não digitou dermatologista. A dermatologia capilar ganha campanha e página próprias, falando de queda de cabelo e não de pele em geral. Como o anúncio apresenta o médico é decisão do responsável técnico, dentro do título de especialista registrado no CRM.
É a frente em que as regras do CFM são mais restritivas e a fiscalização é mais ativa. O anúncio descreve o procedimento, quem realiza e como é a consulta, sem promessa de resultado. Toda peça passa pelo responsável técnico antes de ir ao ar.
Google e Meta não permitem segmentar anúncio pela condição de saúde de alguém, e a LGPD trata esse dado como sensível. A campanha de dermatologia chega ao paciente pela busca, pela região e pelo conteúdo da página, não por lista de quem visitou a página de acne ou de melasma.
Não tenho caso publicado em dermatologia e não vou fingir que tenho. O método é o mesmo desta página, aplicado às frentes da sua clínica.
Volume de busca, dados do Google Ads para o Brasil via DataForSEO, lidos em 13 de outubro de 2026.
Clínicas e consultórios com procedimento que justifica o custo de um paciente novo.
Não é para: Consultório que não consegue medir agendamento, só ligação.
Permite, com restrições: nada de promessa de resultado, comparação com colegas, sensacionalismo ou divulgação de preço em certos contextos. O que funciona é comunicar especialidade, estrutura e autoridade. A validação final é sempre do profissional responsável.
Sim, com cuidado redobrado, porque é onde as regras são mais restritivas e a fiscalização mais ativa. Prefiro construir junto com quem responde tecnicamente pela clínica.
Rastreando ligação e formulário até a palavra-chave e, idealmente, importando do seu sistema quem compareceu e quem fechou. Custo por lead sem dado de comparecimento superestima o resultado.
Sim. Unidade única costuma até funcionar melhor, porque a segmentação geográfica fica precisa. O que decide é o ticket dos procedimentos frente ao CPC da sua praça.
Vale quando a agenda tem espaço livre real e o ticket do procedimento comporta o custo de aquisição da região. Clínica pequena costuma performar melhor com verba concentrada num raio geográfico curto do que espalhada entre todas as especialidades atendidas.
Tecnicamente dá, mas remarketing baseado em visita à página de um procedimento específico merece muita cautela. Dado de saúde é dado pessoal sensível pela LGPD, e perseguir alguém pela internet com anúncio do procedimento que ela pesquisou é eticamente ruim, além de deixar a clínica exposta juridicamente. Uma lista montada a partir da página de uma condição é, na prática, uma lista de pessoas interessadas naquela condição.
Costuma diminuir, e isso é esperado. Quando a conta passa a otimizar por agendamento confirmado e comparecimento, importados do sistema da clínica, o algoritmo para de perseguir quem só preenche formulário e passa a procurar quem aparece na consulta. Julgar essa mudança pelo custo por lead é olhar para o número errado, porque o comparecimento é o evento que de fato vale dinheiro.
Faço. A conta de dermatologia separa consulta clínica, procedimento estético e cirurgia em campanhas próprias, porque o valor e a regra de anúncio de cada frente são diferentes. Não tenho caso publicado nessa especialidade. O trabalho segue o mesmo método de mensuração descrito nesta página.
Os dois, em campanhas separadas. A consulta clínica tem mais volume de busca e depende de agenda e de convênio. O procedimento estético tem menos volume e ticket maior, e é onde o CFM é mais restritivo. A divisão da verba segue a agenda e vai para a frente que tem horário livre.
Um formulário curto rende mais que uma call de descoberta longa. Me dá o básico e eu volto com uma leitura honesta de se consigo ajudar, normalmente em até um dia útil.
Prefere já marcar um horário? Agendar uma call.